Roteiros de Estudo  »  O eu iniciador

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O eu iniciador *

1. Por que há necessidade do eu criativo?

2. O comportamento é produto de três tipos de seleção. Que aspectos do comportamento se associam a cada nível de seleção?

3. Em que o organismo interessa à Psicologia?

4. Quais as diferenças entre pessoa e eu (ver páginas 187 e 188 do Sobre o Behaviorismo, todo o item 1).

5. Associe pessoa com máscara (de acordo com o texto).

6. Explique: “diferentes contingências constróem diferentes pessoas”, (p.44).

7. “Somente sob tipos especiais de contingências verbais é que nós respondemos a certos aspectos do nosso corpo”. Como você entende esta frase? (p.45).

8. De que forma “eu não era eu próprio” exprime a concepção de eu?

9. Quais as contingências que o autor descreve como responsáveis pela auto-observação? (note que são três).

10. Como fica a “auto-estima” de acordo com o texto?

11. Como se forma o “eu responsável” ? ( “as culturas asseguram que seus membros são responsáveis pelo que fazem, e os membros se sentem responsáveis”, p.48).

12. Como o autor trata a “auto-confiança” ? ( “o efeito mais imediato do sucesso é freqüentemente chamado de auto-confiança”, p.49).

13. Como o autor conceitua o “eu racional” ? (“ pessoas que formulam descrições de contingências para seu próprio uso “sabem o que estão fazendo”, de tal forma que se costuma dizer que atuam racionalmente”, p.50).

14. No resumo, o autor se refere a cinco diferentes significados de eu e às contingências que os controlam. Explicite-os.

15. O que é introspecção?

16. As pessoas “ao contar como se sentiram relatam o efeito do que lhes aconteceu”, (p.51). Esclareça essa frase de Skinner.

17.    Internet e direitos autorais. O desenvolvimento da Internet levou o caderno Mais* a propor três questões a dois eminentes intelectuais sobre direitos autorais do material apresentado nos sites. Selecionamos uma das respostas do professor Philadelpho Menezes para que você a relacione com o texto:

A idéia de autoria está em risco?

      

Também nosso conceito de autoria é herança de uma  cultura iniciada no Renascimento, com o advento de uma idéia de indivíduo e de sujeito que se acirra no Romantismo e, posteriormente, nos meios de comunicação de massa, com suas técnicas de criação de ídolos. A autoria, assim, se vincula às idéias de autoridade e de originalidade. Graças à Internet, a autoridade está questionada porque, com o acesso maior às informações, fica menor o espaço para retóricas de convencimento e para a mitificação daquele que sabe. Com o fluxo informacional de hoje, fica evidente que ninguém cria nada sem se apropriar de idéias de outros. Sai de cena o “quem fez primeiro” para dar lugar ao “quem faz melhor”. Assim, a originalidade, uma idéia fixa muitas vezes desastrosa para as artes do século 20, vai ficando coisa do século passado.

* Skinner, B. F. (1991). Questões Recentes na Análise Comportamental. Campinas: Papirus. Cap.3. Publicação original 1989.

* Roteiro preparado por Hélio José Guilhardi.

* Folha de São Paulo 5 de março de 2000.* Skinner, B. F. (1991) Questões recentes na análise comportamental. Campinas, SP: Ed Papirus. Cap. 3.

* Tradução revisada por Hélio José Guilhardi e Patrícia Piason Queiroz .

* Nota: optamos por traduzir modeling por dar modelo e não por modelação (conceito proposto por Bandura).

 
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